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Junho 17, 2004
THE LADYKILLERS
(O Quinteto da Morte)
Ethan Coen e Joel Coen - E.U.A. 2004
Aviso: Pode conter spoilers.
Um excêntrico professor e o seu bando planeiam um assalto à caixa-forte de um casino. Para o efeito, alugam um quarto em casa de uma velha senhora. Sob o pretexto de ensaiarem música religiosa, usam a cave para desde ali escavar um túnel até ao dinheiro. O que eles não esperavam era que o plano pudesse correr mal. Tão terrivelmente mal...
A maioria dos fâs dos Coen ficaram desiludidos com este seu novo filme. De facto, não é o seu melhor trabalho. E está longe também de usar fórmulas novas de comédia. Pelo contrário, usa quase todos os esteriótipos que se esperariam num filme destes. Mas será isso suficientemente para fazer deste The Ladykillers um mau filme? Não. Consegue ser surpreendentemente divertido e refrescante. Isso é conseguido através de uma boa realização e de algumas interpretações de destaque.
Estando longe, como já disse, de ser a melhor ou mais original obra dos Coen, contém em si algumas das suas características mais notórias. Personagens cheias de tiques, um bom ritmo constante, polícias sempre caricatos... Conseguem fazer-nos ver as coisas mais bizarras, sem que isso nos cause grande estranheza. Mas o que mais de destaca neste filme, são os desempenhos dos actores. Não tendo as personagens grande complexidade psicológica ou profundidade, os actores conseguem dar-lhes vida e cor. Com um óbvio destaque para a interpretação cartoonesca de Tom Hanks e para a divertida surpresa de Irma P. Hall, que ganha todas as suas cenas. Dos secundários, personagens também extremamente esteriótipadas, J.P. Simmons consegue ser o melhor. Não esquecendo, claro, o gato Pickles que protagoniza alguns dos momentos mais cómicos.
Não sendo particularmente criativo, consegue ser extremamente fresco e divertido, resultando muito bem como comédia. Será, sem dúvida, uma boa opção, se quiserem rir e passar uns bons momentos.

(O Quinteto da Morte)
Ethan Coen e Joel Coen - E.U.A. 2004
Aviso: Pode conter spoilers.
Um excêntrico professor e o seu bando planeiam um assalto à caixa-forte de um casino. Para o efeito, alugam um quarto em casa de uma velha senhora. Sob o pretexto de ensaiarem música religiosa, usam a cave para desde ali escavar um túnel até ao dinheiro. O que eles não esperavam era que o plano pudesse correr mal. Tão terrivelmente mal...
A maioria dos fâs dos Coen ficaram desiludidos com este seu novo filme. De facto, não é o seu melhor trabalho. E está longe também de usar fórmulas novas de comédia. Pelo contrário, usa quase todos os esteriótipos que se esperariam num filme destes. Mas será isso suficientemente para fazer deste The Ladykillers um mau filme? Não. Consegue ser surpreendentemente divertido e refrescante. Isso é conseguido através de uma boa realização e de algumas interpretações de destaque.
Estando longe, como já disse, de ser a melhor ou mais original obra dos Coen, contém em si algumas das suas características mais notórias. Personagens cheias de tiques, um bom ritmo constante, polícias sempre caricatos... Conseguem fazer-nos ver as coisas mais bizarras, sem que isso nos cause grande estranheza. Mas o que mais de destaca neste filme, são os desempenhos dos actores. Não tendo as personagens grande complexidade psicológica ou profundidade, os actores conseguem dar-lhes vida e cor. Com um óbvio destaque para a interpretação cartoonesca de Tom Hanks e para a divertida surpresa de Irma P. Hall, que ganha todas as suas cenas. Dos secundários, personagens também extremamente esteriótipadas, J.P. Simmons consegue ser o melhor. Não esquecendo, claro, o gato Pickles que protagoniza alguns dos momentos mais cómicos.
Não sendo particularmente criativo, consegue ser extremamente fresco e divertido, resultando muito bem como comédia. Será, sem dúvida, uma boa opção, se quiserem rir e passar uns bons momentos.
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