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Setembro 25, 2004
MOONSTRUCK
(O Feitiço da Lua)
Norman Jewison - E.U.A. 1987
Aviso: Pode conter spoilers.
Loretta Castorini, uma jovem viúva de Brooklin, decide voltar a dar o nó com Johnny Cammareri, um pacato homem de meia idade, por quem ela não está verdadeiramente apaixonada. Pouco tempo antes do casamento, Loretta conhece Ronny Cammareri, irmão do seu futuro marido, acabando por se envolver.
Uma história simples com pessoas simples, mas um filme extremamente divertido e inteligente. No fundo, é uma comédia que joga com as fraquezas humanas e as expõe de uma forma hilariante. Falam-se de temas como casamento, infidelidade, amor, sorte. Dizem-se coisas que todos nós já ouvimos da boca de outros. E tomam-se decisões que também já tivemos ou teremos eventualmente de enfrentar. Mas tudo isto é feito e mostrado com uma seriedade diabolicamente divertida, e sem nunca levar o espectador a condenar nenhuma das personagens pelas suas atitudes. Cada um faz o que faz pelas suas razões, mas no fim tudo se resolverá. É esta a moral da história.
Mesmo que não fosse um bom filme, quase que valeria a pena ser visto só pelo seu elenco de luxo. Não é sempre que um realizador tem à sua disposição Cher, Nicholas Cage, Olympia Dukakis, Danny Aiello e outros do mesmo calibre. E ainda por cima, têm todos prestações fabulosas. Cher, que ganhou aqui o seu Óscar, brilha quase tanto com a Lua que dá o nome ao filme. E com Cage faz um par de uma química deliciosa.
Um conto de fadas com o toque dos tempos modernos, uma Cinderela urbana dividida pelos seus sentimentos, que pelo meio ainda tem de lidar com a sua caricata família. É um filme de personagens, feito das pequenas nuances e assente nas contradições que constituem a natureza humana. Ainda por cima, faz-nos sentir bem...

(O Feitiço da Lua)
Norman Jewison - E.U.A. 1987
Aviso: Pode conter spoilers.
Loretta Castorini, uma jovem viúva de Brooklin, decide voltar a dar o nó com Johnny Cammareri, um pacato homem de meia idade, por quem ela não está verdadeiramente apaixonada. Pouco tempo antes do casamento, Loretta conhece Ronny Cammareri, irmão do seu futuro marido, acabando por se envolver.
Uma história simples com pessoas simples, mas um filme extremamente divertido e inteligente. No fundo, é uma comédia que joga com as fraquezas humanas e as expõe de uma forma hilariante. Falam-se de temas como casamento, infidelidade, amor, sorte. Dizem-se coisas que todos nós já ouvimos da boca de outros. E tomam-se decisões que também já tivemos ou teremos eventualmente de enfrentar. Mas tudo isto é feito e mostrado com uma seriedade diabolicamente divertida, e sem nunca levar o espectador a condenar nenhuma das personagens pelas suas atitudes. Cada um faz o que faz pelas suas razões, mas no fim tudo se resolverá. É esta a moral da história.
Mesmo que não fosse um bom filme, quase que valeria a pena ser visto só pelo seu elenco de luxo. Não é sempre que um realizador tem à sua disposição Cher, Nicholas Cage, Olympia Dukakis, Danny Aiello e outros do mesmo calibre. E ainda por cima, têm todos prestações fabulosas. Cher, que ganhou aqui o seu Óscar, brilha quase tanto com a Lua que dá o nome ao filme. E com Cage faz um par de uma química deliciosa.
Um conto de fadas com o toque dos tempos modernos, uma Cinderela urbana dividida pelos seus sentimentos, que pelo meio ainda tem de lidar com a sua caricata família. É um filme de personagens, feito das pequenas nuances e assente nas contradições que constituem a natureza humana. Ainda por cima, faz-nos sentir bem...
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